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Archive for junho \29\UTC 2013

Rolou um intenso debate entre os cristãos no facebook sobre assistir ao jogo, ir à igreja, cancelar o culto, mudar a hora do culto… enfim… eis um pequeno esboço do que tiro como lição:

A guarda do Dia do Senhor por um bom número de Reformados no Brasil se dá, em primeiro lugar, por crença no 4º mandamento da Lei de Deus: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR, os céus e a terra, o mar e tudo que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.” (Êxodo 20.9-11)

Certa vez um amigo, citando algum reformador, escreveu que Deus tinha uma razão muito forte para ter escrito os dez mandamentos em tábuas de pedra e as demais leis em papiros. Sim, Ele tinha o objetivo de perpetuar a Sua Lei Moral por todas as gerações, isto incluía o 4º mandamento do decálogo.

É interessante notar alguns termos do mandamento: (1) “Lembra-te” – fazendo alusão ao fato de que o ser humano é tão atarefado em suas atividades cotidianas que facilmente poderíamos passar pelo Dia do Senhor continuando a fazer nossas atividades normais, sem nos apercebermos de que temos de separar um dia para o descanso solene. Outro fator importante é que, devemos nos lembrar constantemente de que ‘faltam alguns dias para o dia do Senhor’… ex: ‘hoje é quarta, daqui a 4 dias, é o dia do Senhor’. Precisamos fazer esse exercício cotidianamente, a fim de amarmos mais a preparação para irmos adorá-Lo. (2) “Sábado” – aqui eu não preciso me deter muito. Creio que você entenda que o sábado descrito no versículo não é o dia da semana ocidental, mas ‘shabbatt’, que quer dizer ‘descanso’, isto é, ‘lembra-te do dia de descanso’. (3) “para o santificar” – Aqui a gente entra um pouco no conceito de ser santo, que os calvinistas entendem como ser ‘separado’. Separado das práticas do mundo, de uma vida longe daquilo que desagrada a Deus… Santificar no mandamento tem o mesmo significado, ficando mais ou menos assim ‘lembra-te do dia de descanso para separar’. (4) “não farás nenhum trabalho” – aqui reside a polêmica maior entre os reformados. O que podemos e o que não podemos fazer no dia do Senhor? Gosto muito do texto de Isaías 58.13,14: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no SENHOR. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do SENHOR o disse.”, então sempre que tiveres alguma questão a analisar quanto ao dia do Senhor, pergunte: “é do meu interesse, ou do interesse de Deus?”. Afora os deveres de necessidades e misericórdia, claro, como bem expressa as confissões de fé reformadas (Westminster, Batista de 1689 e Savoy) nos capítulos sobre o Dia do Senhor. (5) “Porque em seis dias fez o SENHOR, os céus e a terra…” – É interessante notar um destaque especial que Deus deu ao 4º mandamento. Ele surge já na semana da criação, com o ‘descanso’ do próprio Deus. Não que Ele estivesse cansado, mas Ele foi exemplo de como nós deveríamos fazer neste item, desde a criação do mundo. Nada melhor do que ser imitador de Cristo.

Voltando ao tema pertinente: cada igreja tem seu horário de culto. Cultuar a Deus deve ser prioridade na vida do cristão, porque Deus, que é o nosso Criador e SENHOR está sendo elevado em nossa adoração e louvor. Devemos levar em altíssima conta a reunião solene e o estar na casa do Senhor, e isto com ordem (horários podem ser incluídos no item da ordem, além de uma liturgia correta, que seja prescrita pelo Adorado e não pelo adorador, pois Ele procura adoradores que o adorem em espírito (só os nascidos de novo) e em verdade (segundo a Sua Palavra)) e decência.

Dessa maneira, a pergunta que eu faria é: mudar o horário do culto ou até cancelar o culto, ou ainda trazer telões pra dentro da igreja, com propósito de agradar ao adorado ou ao adorador? Qual a motivação do coração para isto? Lembre-se que os que fizeram o bezerro de ouro, ou ainda os que construíram carros para carregar a arca da aliança tinham as melhores intenções em seus corações, no entanto, Deus mandou Moisés descer porque o povo tinha se corrompido e feriu Uzá com morte súbita.

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“O que você pensa dessas manifestações?”. Essa foi a primeira frase que li hoje, ao acordar. Uma amiga me enviou a pergunta no whatsapp. Como ao longo do dia várias pessoas tem comentado sobre isso no facebook, lá vou eu falar alguma coisa a respeito.

Na verdade eu num curto muito opinar política não. Calma, não entenda que eu seja alienada aos assuntos. Pra ser sincera, eu já fui tão envolvida em política, que perdi quase toda esperança na política brasileira. Pra quem não sabe, comecei acompanhando minha tia nas eleições em que ela era presidente de mesa (naquele tempo não existia restrições quanto às crianças nos ambientes eleitorais, e eu adorava acompanhar o povo votando), depois fui mais ativa como representante de sala, me enfiei no grêmio estudantil, e lá estava eu envolvida na comissão eleitoral do Diretório Acadêmico dos Estudantes (na Universidade), tendo a cara de pau de nos anos seguintes compor uma das chapas… ainda fui, para minha vergonha hoje, uma assídua defensora do PT, sim… eu andava de vermelho e com a estrelinha do PT pregada na minha roupa, do lado esquerdo do peito… argh!

Depois dum tempo, comecei a notar que são raríssimos os políticos que estão lá no poder para fazer a diferença. E nunca fazem, porque num país ‘democrático’ sempre vence a maioria, e pra nossa derrota, a maioria dos nossos políticos preferem mesmo a corrupção e o descaso para os problemas sociais de Educação, Saúde, Segurança Pública, entre outros…

Tá, mas e a Revolta do Vinagre?! Eu continuo achando muito cedo pra dizer algo mais concreto sobre essa revolta toda. Duvido muito que quando os manifestantes Caras Pintadas estavam protestando contra Collor, em 1992, o restante do país já tivesse uma opinião bem elaborada a respeito. Acho que só entenderam bem depois que houve o Impeachment mesmo, até então, era como hoje (ou ontem)… todo mundo revoltado e ninguém fazendo nada.

Tudo que posso dizer por enquanto é:

1 – A Revolta não luta por redução de R$ 0,20 na passagem de transporte público. Isto está mais do que claro pra todo mundo (menos pra quem é totalmente contra). Há muitas outras ideologias por trás disso tudo, mas tudo redunda numa frase: “queremos qualidade de vida”. É muito fácil o governo roubar descaradamente e nós continuarmos pagando os mais altos impostos do mundo e, pior, sem qualidade de vida. Os vinte centavos foram a gota d’água. Se não roubassem e investissem mais na qualidade de vida dos brasileiros, o aumento de R$ 0,20 teria sido muito bem acatado, afinal, quem trabalha servindo em transportes públicos também merece um aumentozinho no salário, né?!

2 – A Polícia Militar é de causar vergonha neste acontecimento histórico (por sinal, se eu fosse vestibulanda, ficava ligadona, porque essa Revolta do Vinagre, cooooooooooom certeza vai cair no vestibular esse ano!!). Abuso de autoridade é o que melhor descreve a ação da PM pra mim, nesse momento. A função da Polícia é proteger e averiguar possíveis atentados e não sair por aí agredindo todo mundo e abusando da autoridade que lhes é atribuída.

3 – E qual deve ser a nossa postura cristã diante de tudo isso? Bem… cristão que se preze não compactua com corrupção, com descaso… Mas também não fica alheio a ter uma opinião e ir à luta. Manifestações são lícitas, desde que não atrapalhem o outro (como as greves que costumam prejudicar a população), desde que não depredem bens públicos (pois quem já viu lutar por melhorias de vida, destruindo o pouco que nos possibilita um pouquinho da qualidade que queremos?)… Não sou contra ir nessas manifestações, desde que seja uma atitude pacífica, mas acho que faremos mais se, ao invés de apenas comparecermos à elas, orarmos e fizermos a nossa parte nas urnas eletrônicas. Porque, querendo ou não, esses políticos nos representam sim, afinal, fomos nós quem os colocamos lá.

Como disse no começo do post, é muito cedo pra opinar mais aguçadamente o assunto. Na verdade, eu fico na esperança que toda essa manifestação resulte em algo bom para o país. Quem sabe aprendamos a votar, ou eles aprendam a governar, né?! Daqui pro final, quem sabe eu possa ter uma opinião mais apurada de tudo isso… enquanto isso, eu acompanho tudo, fazendo minhas anotações mentais!!

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E naquela velha e boa mania, aqui estou para compartilhar com vocês as maravilhosas lições aprendidas na XI Conferência FIEL Jovens (a minha 6ª participação), cujo tema central foi “Eu sou mesmo um Cristão?”.

E no chá de cadeira que a GOL está me dando, senta comigo, toma uma xícara de café (capuccino ou chocolate quente, para os chiques) e bora pensar, refletir e respirar da Verdade, que é Cristo.

Foram 04 (quatro) preletores que direcionaram as reflexões sobre o tema proposto e, embora tenham alternado nas preleções, farei a síntese num estilo José de Alencar (em seu clássico literário “Senhora” ele conta a história pelo final, depois volta pro início, pra que eu leitor faça a cronologia mentalmente), rsrsrs, isto é, organizando as anotações aleatórias de forma linear. Abaixo uma humilde síntese de tudo que foi explanado ali. Espero que sirva para edificação de todos, como o foi para mim:

Você é um cristão? [Mike Mckinley]

Tantas vezes somos expostos a essa pergunta e na maioria delas, respondemos ‘sim’ de uma forma tão mecânica, sem nos apercebermos das reais implicações de sermos ou não um cristão. Por exemplo: quem pergunta, geralmente está nos avaliando, então, tudo que vivemos para o indagador até responder à pergunta, foi de acordo com o fato de que somos, mesmos, cristãos?

Na ótica de Cristo, ser cristão é ser discípulo dEle, andar como Ele andou, ainda que para isso seja preciso renunciar coisas deste mundo (como família, prazeres, status…). Ele nos diz o que é ser cristão em Lucas 14.26, 27 e 33: ser discípulo.

Já na visão dos apóstolos (não que isto anule a de Cristo, na verdade, complementa), ser cristão é viver uma vida de obediência à Sua vontade, à sua Lei. Um cristão genuíno peca (porque a natureza pecaminosa ainda está nele), porém, não vive na prática do pecado, isto é, não ama o pecado e nem se deleita nele. Podemos observar isso em 1 João 3.5-9.

É interessante notar que por Mateus 28.18-20, ‘fazer discípulos’ está intimamente ligado ao crer (a fé), enquanto que viver uma vida de obediência conecta ao ‘ensinando-os a guardar’. Neste caso, poderíamos inferir que ser cristão é crer e observar, na visão poética ou, crer e praticar, na visão de Tiago.

Sendo um cristão, a nossa vida deve transparecer evidências desse cristianismo. E estas são: (a) crença na verdadeira doutrina – para isso é preciso estar cheio do Espírito Santo (cheio da Palavra) para saber discernir entre o que é mensagem de Deus e o que é invenção humana; (b) ódio pelo pecado em sua vida – se amamos algo, precisamos odiar o oposto a isso. Então é preciso amar a Lei de Deus e viver uma vida que seja coerente ao que ela exige. Quanto mais próximo de Cristo e da Sua Lei, mais ojeriza ao pecado teremos. Interessante que amando a Cristo e sua Lei, a santificação nos leva a cumprir esta lei em obediência e satisfação e não mais como uma imposição, como se por ela alcançássemos alguma coisa; (c) perseverança na fé – agora alcançado pela graça de Deus, é preciso perseverar na doutrina, andar como Ele andou, insistir em obedecer, ainda que a velha natureza lute contra isso, a nova natureza precisa ser insistente em perseverar; (d) amor a outras pessoas – se somos cristãos, Deus reflete em nós e João disse que Deus é amor, então devemos ser puro amor para com os necessitados (quem ama, demonstra em prática, abre o bolso para ajudar quem precisa… abrir o bolso para ajudar, deixando a avareza, é um dos mais belos sinais de amor ao necessitado), para com o próximo (principalmente os da família da fé, como diria Gálatas 6.10) e aos inimigos (essa deve ser a parte mais difícil, rsrsrs… mas uma boa é lembrar-se de Lucas 6.27,28, que ensina que devemos amar, fazer o bem, bendizer e orar pelos nossos inimigos. #ficadica); (e) Livres do amor ao mundo – não dá pra ser evidente nas quatro coisas citadas anteriormente e ser conivente com o mundo, amar o que o mundo faz e prega. Quanto mais próximo daquilo que Deus quer de nós, mais livres de amar o mundo nos tornamos.

É claro que não evidenciaremos o cristianismo em nós com perfeição, pois ainda somos pecadores. Mas nisto reside a beleza da Justificação de Cristo em nós e da nossa perseverança em se parecer com Jesus, fazer o que Jesus fazia e descansar nas promessas que Jesus fez. Fomos chamados a isto, até que Ele volta e sejamos glorificados nEle. Aliás, já somos, né (Romanos 8.30)?!

Um cristão genuíno vive uma vida de oração [Franklin Ferreira]

Parecer-se com Jesus, fazer o que Jesus fazia e descansar nas promessas que Jesus fez implica atentar para os ensinamentos que Ele deixou, como a oração descrita em Mateus 6.9-13. Nela aprendemos em primeiro lugar, que a oração nos permite acesso ao glorioso Deus, numa intimidade permitida somente ao Seu povo (Salmo 25 diz que a intimidade de Deus está guardada aos que temem o Seu Nome).

A oração não muda Deus e nem a sua vontade, mas é o instrumento usado por Deus pelo qual Ele cumprirá o seu propósito em nós. Ela deve conter, no mínimo, invocação (reconhecimento da pessoa de Jesus Cristo), petições (reconhecimento do senhorio de Cristo), necessidades (reconhecimento do governo de Cristo em nós) e louvor (reconhecimento do domínio de Cristo sobre tudo).

Vimos que “a oração tem seu ponto de partida em Deus, e isso implica uma relação que encontra dependência, realização e alegria profunda na glória, no reino, na salvação que vem de Deus Pai por meio de Jesus Cristo”, e isto nos leva a rogar confiantemente para que Deus supra tudo que precisamos, para que nos perdoe e nos dê capacidade de perdoar e para que entreguemos nosso futuro a Ele de todo nosso coração. Amém, ou diríamos, assim seja!

Um cristão genuíno que é salvo pela graça, produz frutos desta graça [Sillas Campos]

Aqui vimos que tudo na vida tem uma versão falsa e uma versão real. Até lembrei agora das aulas de física óptica, que a gente aprendia sobre imagem real e imagem virtual, rsrsrs! Assim mesmo acontece com a fé.

Há uma fé falsa e uma fé genuína. O cristão verdadeiro, necessariamente, crê por meio da fé genuína e esta: (a) apresenta inconformidade com o pecado – porque sendo nova criatura, ama mais a Cristo do que os prazeres transitórios dados por este mundo; (b) apresenta uma crescente percepção da divindade de Cristo – quanto mais próximo de Cristo, mas sei quem Ele é e quão Majestoso está, diante da minha pequenez; (c) reconhece a imundície dos seus próprios pecados – sentindo real necessidade de confessá-los e deixá-los; (d) enxerga com clareza a impecabilidade de Cristo – mesmo tendo sido homem e vivido na terra, era também Deus, perfeito em suas obras, veio para cumprir aquilo que deveríamos ter cumprido: obediência; (e) tem certeza da graça salvadora de Cristo e que só Ele pode outorgá-la – não vem de nós, é dom de Deus. Isto é facilmente identificado em Lucas 23:33-43.

Mas agora, reconhecendo a total obra de Cristo em nós, não podemos cruzar os braços e esperar que os outros façam por nós aquilo que nos é responsabilidade fazermos como expressão desta obra dEle em nós. Assim, o cristão genuíno trabalha duro pelo Reino de Deus, ainda que enfrente obstáculos nesta empreitada, porque ele sabe que as dificuldades são, na verdade, oportunidades que devem ser olhadas com perspectivas de fazer prosperar o Reino de Cristo e não desistindo da gloriosa missão de fazer o bem com todo coração, com toda alma e com todo entendimento, para o Senhor e para a glória dEle.

Um cristão genuíno dá flores… [Davi Charles Gomes]

É… a gente sempre acha que não é fácil ser cristão. Eu tenho visto uma campanha que diz “gentileza gera gentileza”. É verdade, até certo ponto… É que o cristão sempre deve dar flores, ainda que isto implique receber açoites, perseguições, afrontas… Mas… Quem tem paciência de dar flores quando recebe agruras?

Só quem reflete a beleza de Cristo, quem anseia para que a beleza de Cristo seja evidente na vida dele. Quem enxerga a beleza de Cristo nas coisas simples da vida, por causa da graça que vem dEle.

Para isto, fuja da sabedoria do mundo, que tem origem terrena, animal e demoníaca. Que resulta em confusão e toda sorte de coisas ruins, alimentando a nossa velha natureza de invejas e sentimentos facciosos. Mas, corra para junto da sabedoria de Deus, que vem do alto, produz obras mediante um condigno proceder de mansidão e sabedoria e que aflora em nossa nova natureza os frutos de justiça que promovem a paz, que é pura, pacífica, indulgente, tratável e plena de misericórdia e boas ações (cf. Tiago 3.13-18).

Quando trilhamos este caminho de uma vida cristã de conformidade com o que cremos, não nos tornamos definidos pelo que fomos ou pelo que somos, mas pelo que estamos sendo formados à imagem e semelhança dAquele que é o corpo, a plenitude e a tudo enche em todas as coisas (Efésios 1.23).

Por tudo isto,

Ser um cristão deve ser evidente em nossa vida, com tudo que falamos, com tudo que somos, com tudo que temos. Assim a fé será vista nas obras, fará sentido.

Quando enveredamos por fazer a vontade de Deus em nossas vidas, fica fácil ser cristão, ainda que sejamos perseguidos e soframos. Porque, se sofremos por sermos cristãos, na verdade é uma grande alegria para nós (como diria 1 Pedro 4.14-16), o que evidencia que deixamos para trás a nossa escravidão do pecado e nos tornamos, cada um, “escravo: rendendo-se ao Senhorio de Cristo”. Ops… Já entrei no tema da XII FIEL Jovens, em 2014. Não fiquem de fora, nos vemos lá!

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