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Posts Tagged ‘Evangelismo’

Que será?!

Olá! Agora que você já sabe que é morto diante de Deus e que carece desesperadamente da sua graça, precisa saber que essa história que muitos cantam por aí com uma melodia até bonitinha dizendo “eu venho como estou” é tudo conversa fiada. A obra do Espírito Santo na vida daqueles que são chamados para a manifestação da graça de Deus (eleitos) consiste em duas coisas importantíssimas:

1 – Arrependimento (metanóia)

A palavra em parêntese é a correta para nos referirmos ao arrependimento genuíno. Compreende essencialmente a ‘mudança de mente’. O Espírito Santo age na vida dos eleitos de Deus causando-lhes arrependimento do estado em que estão e mudança de atitude. Se antes o morto amava as coisas do mundo e odiava as coisas de Deus, agora ele passa a detestar os valores e conceitos mundanos e passa a amar singularmente àquilo que remete a Deus, ama fazer a vontade do Pai.

II Crônicas 7.11-22 mostra atitudes de arrependimento – humilhação, oração, busca e conversão -, sendo esta última a que mais define a metanóia. Conversão é mudança de um estado para outro. Em física, por exemplo, quando fazemos gelo, convertemos o líquido em sólido. Assim tem de haver com os eleitos. Eles mudam da condição de perdidos e passam à condição de salvos.

O que você precisa saber é que essa ação é do Espírito Santo em sua vida, porque por seu próprio esforço, você não moveria uma palha sequer. Já que na condição de perdido você ama o mundo e odeia de Deus, pra que mudar, não é mesmo?! Então se você está na condição de perdido, entenda que não pode fazer nada… Corra desesperadamente para a cruz de Cristo, grite “que faremos, irmãos?” (Atos 2.37)… Clame, “talvez haja esperança” (Lamentações 3.29).

 

2 – Perseverança

Agora com um coração arrependido e contrito, tudo são mares de rosas, certo? Errado! Enquanto você viver aqui na terra, Paulo diz que há uma guerra dentro do seu coração como havia no dele: “Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gálatas 5.17; Estudar também Romanos 7.7-25).

Essa guerra foi vencida em Cristo Jesus, é verdade. Então você precisa crescer em vida cristã, para que a natureza do Espírito sobreponha a natureza da carne. É por isso que falamos tanto em zelo cristão: estudo da Palavra, oração, comunhão, evangelização, cumprimento da Lei do Senhor (sim… agora com a natureza espiritual você tem prazer em seguir os mandamentos do Senhor Deus – os Dez Mandamentos)…

Isso é perseverança. Isso é confirmar com diligência cada vez maior a vocação e eleição (2 Pedro 1.10). Isso é fazer a vontade do Pai e agradá-lo. Essa obra também é do Espírito Santo em sua vida. É Ele quem opera em seu coração um desejo incansável pelas coisas de Deus. É Ele quem te leva para as reuniões solenes na Casa de Oração. É Ele quem te sustenta pela Palavra. Tudo é por Ele, para Ele e para a glória dEle.

Glória a Deus por sua ação gloriosa. O Pai agiu predestinando uns para a perdição, outros para a salvação. Agiu na eleição. O Filho agiu na redenção, agiu no cumprimento da Lei em lugar do Seu povo, agiu pregando a Palavra para que uns fossem salvos e outros condenados (exalando fragrância de vida para uns, de morte para outros), o Espírito agiu e age na efetivação dessa maravilhosa obra de Deus em nosso coração. Que triunidade perfeita! Que Deus maravilhoso e gracioso temos!

E no final de tudo, podemos, sinceramente, proferir palavras como as de Calebe:  “Eu, porém, perseverei em seguir o SENHOR, meu Deus” (Josué 14.8b).

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Chegamos ao final da nossa série “Ide por todo mundo”, mas você sabe que, na verdade, a pregação da Palavra de Deus aos incrédulos nunca se esgota. Há sempre algo a mais para ensiná-los pelas Escrituras. Sempre que bem-vindo, deseje a Paz (Lucas 10.5) e quando rejeitado, sacuda o pó de onde passar (Lucas 10.11). Lembre-se de que a pregação do Evangelho é como pôr a mão no arado, você não pode mais voltar atrás (Lucas 9.62). Ore sempre pelas almas que ouvem o Evangelho através de você e nunca cesse de rogar para que o Senhor da seara envie mais trabalhadores (Lucas 10.2). Por fim, saiba que sua função é plantar a semente (Pregar a Palavra), mas quem dá o crescimento é Deus. Soli Deo Gloria!

 

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Marionetes?!

Ontem um leitor querido puxou minha orelha. Disse que o blog estava abandonado, hahaha! Fui dormir e já acordei pensando nisso. Perdoem… às vezes eu até elaborava um bom post mentalmente, mas não conseguia um momento bom para sentar e escrevê-lo. Mas agora, cá estou para falar com vocês sobre marionetes!

– Ué… que tem marionetes a ver com pregação do genuíno evangelho do Filho de Deus? Será que Anninha bateu com a cabeça na parede enquanto dormia essa madrugada? – Não gente! Não bati com a cabeça e marionetes têm tudo a ver com a pregação do evangelho.

Quando dizemos aos homens que eles estão mortos em seus delitos e pecados e nada podem fazer para alcançarem a salvação eterna. Que tudo está no controle e soberania totais de Deus. Então a primeira coisa que alguns costumam dizer é: “claro que você está equivocado (a)! Nós não somos marionetes nas mãos de Deus”.

Qual problema em sermos marionetes? Esse brinquedo é simples, único, feito artesanalmente (na maioria das vezes). Veste-se sem muitos enfeites (simplicidade). São feitos com todo esmero do seu artífice. Possuem cordinhas quase imperceptíveis a olho humano que estão conectadas aos dedos do historiador, tal qual nós, seres humanos, estamos conectados à vontade de Deus.

A Bíblia diz que a eleição de Deus foi total. Não podíamos fazer nada. Não podíamos escolher nada. Tudo foi resultado da soberania infinita de Deus: “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros…” (João 15.16) e “Assim, pois, não depende de quem quer [vontade humana] ou de quem corre [obras humanas – geralmente boazinhas], mas de usar Deus a sua misericórdia. Logo, tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz” (Romanos 9.16,18).

Nós somos assim: vasos na mão do oleiro (ou marionetes). E, esse artista, faz tudo como Lhe apraz. Ainda bem! Pois, considerando como somos imperfeitos e como Ele é perfeito, já pensou se tentássemos resolver da nossa maneira (inclusive a salvação)? Só faríamos besteiras, com certeza! Glória a Deus por Sua infinita soberania. Abaixo todo e qualquer orgulho humano e vontade de querer ser como Deus, que é capaz de determinar todas as coisas da vida de modo perfeito.

E, no final de tudo, só nos resta louvá-Lo eternamente por Sua maravilha, por Sua graça, por Sua misericórdia. Buscando fazer a Vontade do Pai, crescendo em “santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14).

Quando a gente pensa na soberania de Deus com toda humildade e reverência, vemos que não há mal nenhum em sermos bonequinhos nas mãos de Deus. Há até satisfação em nosso coração por saber que, estando nas mãos de Deus, tudo vai bem.

Portanto, se você é um daqueles que mui arrogantemente quis colocar o dedo na nossa cara, dizendo que estamos mentindo porque ‘não somos marionetes nas mãos de Deus’, reveja seus conceitos à luz das Escrituras e, caso lhe seja dada a capacidade de reconhecer a sua pequenez humana e a grandeza real de Deus, então “ponha a boca no pó; talvez ainda haja esperança” (Lamentações 3.29) e, se ela (esperança) for concedida, então louve a Deus com todo entusiasmo e, como João, afirme todos os dias da tua vida: “convém que Ele cresça e que eu diminua” (João 3.30).

 

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As Graças

Então, agora são 03 horas da manhã. Fui dormir um pouco adoentada e precisava tomar um remédio de 8 em 8 horas. Meu cérebro é assim, quando tem compromisso, não se atrasa! Então, cá estou. Enquanto tentava dormir novamente, peguei-me pensando no assunto desse post. A graça ou as graças de Deus.

Sabe quando você assiste a um filme e ele possui um enredo que você pensa: “aí não tem mais saída, estão todos encurralados”. A queda faz isso com os seres humanos. Reconhecendo nossa morte, tudo parece não ter solução.

Como vimos nos posts passados, o pecado cancelou totalmente a comunhão que existia entre Deus e o homem. Ele é santíssimo e não compactua com seres imperfeitos. Paulo, em sua carta aos Romanos resume este momento dizendo que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23).

Agora tudo parece perdido. Ali mesmo Ele poderia ter extinto toda raça humana por sua desobediência. Mas não foi assim. A glória de Deus, mencionada por Paulo, foi manifesta de duas formas: (1) Pela Sua JUSTIÇA, quando ele envia pecadores para o inferno, dando conta de que poderia ter feito isso com todos, se a Sua soberania desejasse, e; (2) Pela sua GRAÇA, quando Ele mui graciosamente e sem que merecêssemos destina alguns para o céu, provando que mesmo que os homens falhem, há Jesus para pagar por estes erros, mantendo-se Fiel ao pacto.

A Sua graça começou a manifestar-se logo após a queda, vemos isso em Gênesis 3.15: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” Jesus foi ‘escalado’ na história da humanidade para a tarefa que o homem não conseguiu cumprir. Ele é o designado para ferir a cabeça da serpente. Essa graça, conhecemos como a Graça Salvadora, e ela foi manifesta a algumas pessoas, para manifestar a bondade de Deus sobre uma raça que merecia totalmente o inferno.

Esse plano de Deus com sua graça salvadora é imerecida. Nós estamos mortos e nada do que façamos nos dá merecimento dela. Um morto nada pode fazer, nem mesmo clamar, se Deus não fizer com que ele clame. Mas quando a gente pára pra pensar nos posts passados e vê que o homem é totalmente mau, depravado e inclinado para o mal, parece-nos haver alguma coisa errada, porque há homens bons e se eles, mesmo fazendo coisas boas, podem ir para o inferno… o que é que os move a fazer o bem? Resposta direta – a graça comum de Deus.

A graça comum é manifestada a todos os homens. O fato de Deus não ter acabado com a raça humana logo ali na queda já é expressão de sua bondade, já é a ação da sua graça comum. Os salmos de Davi também são recheados de versículos que tecem a graça comum de Deus sobre todas as criaturas. O mais conhecido deles se encontra no Salmo 145.9“O Senhor é bom para todos, e as suas ternas misericórdias [graça comum – hesed] permeiam todas as suas obras”.

Como você viu, nós temos a manifestação de um Deus glorioso através das graças comum e salvadora. Isso deve ser expressão do nosso louvor, continuamente. É como lembro do salmo citado (145) que cantamos lá na Igreja: “tuas misericórdias, Deus, vão permeando a criação. Todas as obras graças te dão. Louvor ao Santo, todos dêem”.

Glorioso seja o SENHOR por sua misericórdia e graça sobre nós. Até a próxima!

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Em tempo, reflita que toda manifestação graciosa de Deus foi desde a queda. Logo ali, em gênesis. Então essa história de que os irmãos do AT foram salvos pelas obras e os irmãos do NT foram salvos pela graça, é conversa pra boi dormir.

 

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Raio-X

Após a temporada de festas e comemorações com a chegada de 2011, que tal retornarmos à nossa explanação com a série “Ide por todo mundo”?

Hoje vamos pensar um pouco sobre o resultado da queda. O homem, agora caído e morto espiritualmente, moralmente e fisicamente, possui um novo retrato. O texto que melhor retrata isto é o de Romanos 3.9-18:

“Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer. A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura; nos seus caminhos há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos.”

O homem após a queda é isso mesmo! Parece não haver solução e ele não consegue fazer nada para mudar esse quadro de morte, de podridão espiritual, a não ser que outro faça na vida dele.

Esse texto de Romanos é forte e muito transparente. Pouco precisamos falar sobre o raio-x dos homens após a queda. Na verdade, o que devemos perguntar é: será que algum ser humano nesta condição descrita teria forças suficientes para reverter essa situação?

Tão certo como um defunto não consegue sair de dentro da tumba, assim é o homem que se encontra jazendo como descreve Paulo aos romanos. Mortos não têm vontades. Mortos não fazem o bem. Mortos não mudam de atitude. Mortos estão mortos.

E você? Ainda está morto espiritualmente? Qual sua condição atual diante de Deus? Pense a respeito agora. “Daqui a pouco pode não chegar, e você pode errar por esperar!”

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Em tempo, parabéns ao assíduo leitor Vanderson Moura por mais um ano de vida concedido pelo Pai das Luzes, em quem reside toda nossa esperança e vida. Seja feliz!

 

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A Queda

Depois de um tempinho caladinha, vamos dar continuidade à nossa nova série de evangelização.

No post passado vimos sobre a maravilhosa criação de Deus e como é bom sabermos que como criaturas feitas por Ele, estamos incluídos naquela belíssima frase dita no 6º dia em que, ao contemplar Sua obra, viu que tudo era muito bom.

Naquela mesma semana da Criação, ao formar o homem, Deus deu esta ordem: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.16,17). Adão e Eva foram felizes enquanto mantinham seus corações pertos do Senhor, obedecendo aos seus mandamentos que haviam sido gravados em seus corações (Rm 2.14,15).

Mas um dia, num triste dia, Adão e Eva desobedeceram à ordem de Deus, é o que nós chamamos de ‘queda’. Neste episódio há muitas coisas interessantes a serem aprendidas, não citarei todas, apenas as mais relevantes para o momento:

1 – Há um culpado? Não diria um, mas três! Adão foi culpado na queda por não ter exercido a sua autoridade sobre Eva. Permitiu que ela conversasse com a serpente (sem fazer nenhuma interferência), permitiu que ela provasse do fruto e ainda deixou-se ser comandado pela esposa, quando aceitou desobedecer ao Senhor, provando do fruto que sua mulher ofereceu.

Eva também foi culpada porque deu ouvidos a serpente, não considerou a ordem do Senhor Deus, não considerou em consultar o seu cabeça (Adão) e muito menos deu ouvidos a Lei que estava gravada no seu coração. Amou mais o mundo que a Deus, e, de quebra, levou seu marido junto no erro.

A serpente também tem a sua parcela de culpa. Claro que me refiro ao Diabo. Tendo sido um anjo de luz e por querer ser maior que Deus ter sido jogado no inferno juntamente com outros anjos caídos, ele ainda insistiu em querer controlar, em mentir, seduzir e incentivar Adão e Eva a desobedecerem a Deus. Ele ainda faz isso com os homens na atualidade e quanto mais distantes da vontade de Deus, mas fácil se tornarem Adãos e Evas.

2 – A queda foi simples ou catastrófica? Embora diversas correntes religiosas tentem amenizar a situação da queda, como se fosse apenas um escorrego numa casca da banana, a doutrina verdadeiramente bíblica mostra que a queda foi catastrófica. Foi uma queda seguida de morte, ou diria, mortes, já que o homem morreu moralmente (tornou-se totalmente depravado diante de Deus), espiritualmente (afastou-se totalmente de Deus, morto em seus delitos e pecados) e fisicamente (entrou em processo de decomposição – velhice). Vale ressaltar que estas mortes foram resultado da fidelidade de Deus com a Sua promessa: “no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.17b).

3 – Adão e Eva: representando a humanidade diante de Deus. É por isso que lemos em Romanos 3.23 que “todos pecaram e carecem da glória de Deus”, isto é, na queda, todos nós caímos juntos e nos tornamos “mortos em nossos delitos e pecados” (Efésios 2.1). Desde a concepção, já se encontra ali no ventre materno um ser morto em seus delitos e pecados e desesperadamente carente da glória de Deus, foi assim conosco (que já somos salvos) e é assim com todos os homens (salvos ou não), mortos e carentes da glória de Deus.

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O propósito de Deus em permitir a queda do homem no Éden (passando a todas as gerações) será manifestado nas demais etapas de seu plano salvador, por isso você terá um tempinho para refletir sobre tudo que falei aqui hoje. Pense novamente sobre a bondade de Deus na criação, sobre a Sua perfeição, sobre a Sua grandeza e depois faça um contraste com a ação de Adão e Eva, reflita sobre o que eles fizeram e como você reagiria no lugar de Deus. Não se esqueça de orar e pedir que o Senhor Deus conceda entendimento para compreender a soteriologia de forma correta. Até breve!


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A Criação

 

Não pensem que abandonei o blog! Uso blog desde 2001 e abandonar essa prática seria uma coisa estranha, realmente. A questão é que estou em Brasília, vim no dia 19 de novembro para participar de uma seleção de mestrado. Aliás, está sendo uma experiência muito boa mesmo, embora a saudade de casa seja enorme, hein?!

A partir desse post, vocês terão uma nova série em mãos para ler, discutir e, quem sabe, indicar. Será uma série chamada “Ide por todo mundo” em lembrança ao texto de Mateus 28.18-20, não deixando de lembrar que não basta “ir”, é preciso também fazer discípulos, batizar e ensinar a guardar. Esta série eu indico para aqueles que estão sendo ensinados sobre as famosas Doutrinas da Graça. Tentarei ser bem prática, usando termos do cotidiano, até porque não domino bem aqueles termos técnicos da soteriologia. Deixo essa tarefa para os teólogos, rsrsrs! Então vamos lá… Por onde começar? Óbvio! Pela criação.

Logo ali em Gênesis 1, está escrito sobre o mundo, seu Criador e sua criação. Diz que Deus criou o mundo em seis dias e, ao sétimo dia, Ele descansou. Há muito sobre isso, algo que mais nos encanta é o como o mundo foi criado. João (1.1) diz que o mundo foi criado pelo Verbo. O Verbo é a Palavra, o mundo foi criado pela Palavra. E mais, além de criar, Ele mantém pelo Verbo. O escritor aos Hebreus, de forma muito bela diz que Ele “sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hebreus 1.3).

O ápice da criação foi a formação do Homem e a tarefa primordial e perpétua que Deus lhes deu foi excelente:  “…Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra” (Gênesis 1.28).

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O que vem pela frente sairá no próximo post, só isso que mencionei já é suficiente para que você pare e reflita sobre a soberania total de Deus nessa criação, sobre o seu poder, sobre as maravilhas criadas… contemple, contemple tudo que Deus criou e entenda porque ao final daquela semana “viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gênesis 1.31).

Até o próximo, rsrsrs!

 

 

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