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Archive for janeiro \27\UTC 2013

florSim, lamentamos vidas ceifadas de modo tão triste. Isto faz parte da solidariedade da raça. Mas é impossível não refletir sobre a vida que levamos aqui na terra.

Todo jovem, no pleno vigor da vida, tem necessidades de divertimentos, mas em que tipo de divertimento dedicamos o nosso tempo? Será que estamos glorificando a Deus até no nosso entretenimento?

Não foi sem razão que Salomão, o rei mais sábio da terra (tanto que antes dele não houve igual e nem depois haverá – 1 Reis 3.12), deixou-nos (aos jovens) advertência: “Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas.” (Eclesiastes 11.9)

Agora os jovens mortos já compareceram diante do tribunal de Deus, prestando contas de seus atos… A nós, resta-nos orações para consolo dos seus familiares e análise da nossa própria vida, pois logo logo, nós mesmos compareceremos neste mesmo tribunal para darmos contas dos nossos atos ao Juiz. E, tomara que confiemos nas justiças do Filho dEle, pois de nós mesmos, nada temos a oferecer de justo.

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“Então, disse Moisés ao SENHOR: Ah! Senhor! Eu nunca fui eloquente, nem outrora, nem depois que falaste a teu servo; pois sou pesado de boca e pesado de língua. Respondeu-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? Ou quem faz o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.” (Êxodo 4.10-12)

mãosEu acabara de sair do facebook. Tinha conversado com uma amiga sobre algumas questões que parecem aterrorizar a juventude de nossa época, como corte, namoro a distância, relacionamentos mais sólidos de amizade, confiança, enfim… Eu estava com a cabeça fervilhando de conclusões mirabolantes que tive a partir de uma análise dos fatos.

Acendi a luz da sala, sentei no sofá, desliguei o aparelho auditivo (rsrs) a fim de não ser interrompida e comecei a fazer a leitura devocional. Hoje era dia de Êxodo 1 a 6 e Mateus 16. Deparei-me com esse pequeno trecho citado no começo desse post.

O contexto era de libertação. O povo de Deus estava sendo severamente oprimido por Faraó, e Moisés foi eleito por Deus para libertar o povo dessa opressão. É uma história bastante conhecida (Deus endurece o coração de Faraó, envia as dez pragas, o povo é liberto, acontece a passagem do Mar Vermelho…).

Mas essa passagem acima me chamou atenção na hora que li, porque lembrei da conversa que acabara de ter no facebook e fiz uma pequena reflexão na vida atual.

Ocorre que muitas vezes subestimamos a capacidade que Deus nos deu. Achamos que não daremos conta de determinadas funções ou situações da vida, simplesmente porque aos olhos humanos parecem tarefas demasiadamente difíceis, até impossíveis. O contexto cultural que estamos envolvidos é tão entranhado em nossas concepções que, como Moisés, sequer nos lembramos que Ele prometeu que estaria conosco.

Sim, Deus já tinha prometido isso a Moisés em Êxodo 3.12: “Deus lhe respondeu: Eu serei contigo…”. E o mesmo Ele faz conosco. Ele promete estar conosco se O honrarmos em fidelidade e obediência à Sua Palavra. E o que fazemos? Sequer tentamos… jogamos de lado sonhos e possibilidades, simplesmente por acharmos que não somos capazes de encarar tais desafios. Acostumamos aos desafios já encarados por outros e esquecemos de seguir novos desafios, tendo Ele como nosso acompanhante.

E no que isso dá? Ele se ira, tal qual aconteceu com Moisés. E aí manda um Arão que possa fazer o serviço em nosso lugar, mas sabemos que quando outro faz o serviço que nos era devido, bem… a coisa desanda um pouco, né? Arão ajudou muito Moisés, mas também atrapalhou um bocado, rsrsrsrs…

Esse post é um incentivo às minhas amigas, aos meus amigos… principalmente à mim mesma. Quando o mundo inteiro estiver contra você em determinado desafio, ore a Deus pedindo orientação e, se Ele confirmar os seus intentos, respire fundo e como tal reformador, diga: “Eu e Deus somos maioria”, depois pega os instrumentos e segue na obra, Ele prometeu estar contigo.

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Ele Vive!

cruzQuando estou quieta e calada, das duas, uma: ou estou cantando mentalmente alguma música ou estou recitando mentalmente algum versículo. E acho interessante que, muitas vezes, eles saltam da minha cabeça, mesmo que eu não lembre em que livro está ou quem disse, muito menos sei dizer o contexto dito.

Agora à noite, enquanto jogava um pouco pra distrair a cabeça (sim, eu consigo jogar FreCell distraída), o versículo que me saltou à mente foi o de Jó 19.25:  Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra.

Sim, mesmo em meio a todas as dificuldades, mesmo que muitas vezes estejamos sós e sem aquele ombro amigo que possa nos acolher. Mesmo que tudo pareça distante e sem solução (no momento), há aquela esperança dentro de nós (de nós, filhos dEle)… Sim, o nosso Redentor vive, e por fim se levantará sobre a Terra. E neste dia, toda dor, todo sofrimento e toda lágrima será enxugada por Ele (cf. Apocalipse 21.4).

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se cuidaHoje, numa daquelas peregrinações que faço pelas ruas de Caruaru, lembrei-me insistentemente de uma grande amiga e sua célebre frase, toda vez que se despedia de mim, no MSN (foi ontem!!!): Se cuida!

Na época, nós filosofamos sobre este ‘se cuida’ e chegamos à conclusão que muitas vezes ela realmente é usada no lugar do ‘eu te amo’ como diz o cartaz que colei aqui no post de hoje. Mas ela não é menos ou mais importante que o ‘eu te amo’. Apenas carrega um desejo de que a outra pessoa não sofra nenhum tipo de perturbação que fuja o ser ‘cuidada’.

Quem ama, cuida! Então é como se dissesse: “se eu não posso estar aí para cuidar de você, então, se cuide!”. Tá… a maioria sabe que eu detesto pronome oblíquo no começo de frase, mas vamos dá um desconto à licença poética e deixar que o sentimento de ver o próximo bem fale mais alto que a gramática, não é mesmo?!

Aposto que alguém se pergunta: “Quem ‘se cuide’, Anninha?!”. Desejo que tantos se cuidem e que um dia eu possa estar próxima de tantos outros para cuidar, rsrsrs! Sempre deixo a incógnita, né? Tudo bem que minha vida é um livro aberto, mas é que as palavras não saltam dele não, tem que ler e ser bom em interpretação de textos, hahaha…

Este post é só pra divertir um pouco e tirar a poeira deste blog!

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Hoje eu tava aqui lembrando de uma vez que li uma reportagem nessas revistas de consultório. Eu tinha mania de anotar coisas interessantes que eu encontrava e que tinha uma visão cristã sobre o assunto que justificaria tal afirmação.

Pois bem, numa dessas lidas eu encontrei uma entrevista que falava de mulheres que trabalhavam fora de casa. A maioria das entrevistadas desempenhava papéis de liderança nas empresas, mas manifestava frustração no lar. Uma delas destacou que sua frustração era ter de liderar o lar também, visto que seu esposo não o fazia. Isto a magoava porque tudo que ela mais gostaria era de chegar em casa, deixar sua vestimenta de líder para ser liderada.

Eu pensei: este é um desejo inerente às mulheres. Assim como o adolescente se rebela quando os pais não impõem limites (certa vez vi outra reportagem em que a atriz Deborah Bloch lamentava não ter tido certos limites dos pais na juventude) e tantos outros papéis sociais que são, igualmente, frustrados.

Algumas pessoas parecem se admirar se falo que eu sou uma líder que deseja ser liderada. Na verdade não sou líder de nada, mas cresci ouvindo meus professores falarem “você tem espírito de liderança”. Enfim, talvez isso será útil nos cuidados dos filhos, ou na organização do lar, mas… definitivamente, no que diz respeito à minha família, eu desejo muito que meu esposo tome as rédeas de tudo e eu seja tão somente e simplesmente a sua auxiliadora idônea. E como Piper certa vez falou, eu não vou me frustrar, mas vou procurar curtir as bênçãos de ser liderada por um marido que ame fazer a vontade do Pai no nosso lar.

Dá pra crer?!

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