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Archive for junho \10\UTC 2015

Esses dias estive pensando que a vida é feita de ciclos. Engraçado que nem sempre eles seguem o curso dos nossos anos de vida. Podem durar alguns dias ou meses. Há, ainda, ciclos que duram anos. O fim de um ciclo pode ser doloroso. Outros trazem aquele sentimento de saudade ou de dever cumprido!

Enquanto lanchava com meus amigos no aeroporto de Guarulhos no pós-fiel, fiquei observando calmamente o portão de embarque (estávamos sentados próximos). Pessoas se despedem de maneiras distintas. Enquanto uns dão xau efusivamente, como que vibrando por um novo ciclo de quem vai (ou até de quem fica), alguns outros dão abraços apertados e carregados de lágrimas, como se desejassem que aquele ato mudasse tudo.

E muda! Muda porque embora uma história pareça acabada, uma nova está ganhandomidia-indoor-internacional-cotidiano-aeroporto-embarque-linha-aerea-aviao-aviacao-voo-viagem-turismo-passageiro-fila-atraso-decolagem-terminal-transporte-aeronave-ferias-espera-1269976827405_956x500 espaço e um bom abraço foi um marco de tudo que ficará na memória (e nas fotografias, talvez).

E foi nesse misto de observações e sentimentos que, serenamente, fechei os olhos por alguns instantes e desejei a consciência de que o fim de um ciclo seja expressão de um coração grato a Deus por todos os momentos vividos, e o começo de novos ciclos que seja feliz, em conformidade com a vontade de Deus. E, ainda, que a lembrança dos que fizeram parte dos ciclos da minha história, sejam sempre motivo de largos sorrisos.

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lililililindoApesar de gostar muito de escrever, eu nunca fui muito boa em contar fatos históricos. Mas eu sei, a grosso modo, que no reinado de Roboão (filho de Salomão), o povo de Deus (Israel) se dividiu, tornando-se dois povos distintos. O reino do norte (Israel) tornou-se desobediente contra o SENHOR. O reino do sul (as tribos de Judá e Benjamin) permaneceu obediente aos mandamentos de Deus.

Entretanto, é bem verdade que aqui e acolá um ou outro rei se desviava do caminho e, então, o povo voltava para o lamaçal do pecado, sendo motivo de punição da parte de Deus por suas incredulidades.

Quando o rei Ezequias tornou-se rei de Judá, encontrou sua nação devastada pela desobediência, mas também, olhando numa visão macro, enxergou a podridão maior em que Israel estava vivendo. Seu amor pelos que se foram foi maior do que a separação que havia entre eles, e é o que eu quero falar aqui no post de hoje.

Por ter se rebelado contra o SENHOR, Israel tornou-se inimiga de Judá. Não havia mais comunhão entre os dois reinos, pois um deixara de servir ao Deus eterno. Quando reis tentaram unir-se sem genuíno arrependimento, só resultou em confusão e indignação da parte do SENHOR (ex. quando Josafá faz aliança com Acabe – 2 Crônicas 18).

Ezequias procedeu diferentemente. Seu intuito não era o de apenas reunir Judá e Israel de modo político. Antes, seu desejo estava em que Israel se arrependesse dos pecados cometidos e retornasse à sensatez. Assim, após restabelecer a comunhão de Judá com Deus e partir para as festas de adoração, Ezequias escreveu carta aos seus, agora inimigos, de Israel, dizendo:

Filhos de Israel, voltai-vos ao SENHOR, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, para que ele se volte para o restante que escapou do poder dos reis da Assíria. Não sejais como vossos pais e como vossos irmãos, que prevaricaram contra o SENHOR, Deus de seus pais, pelo que os entregou à desolação, como estais vendo. Não endureçais, agora, a vossa cerviz, como vossos pais; confiai-vos ao SENHOR, e vinde ao seu santuário que ele santificou para sempre, e servi ao SENHOR, vosso Deus, para que o ardor da sua ira se desvie de vós. Porque, se vós vos converterdes ao SENHOR, vossos irmãos e vossos filhos acharão misericórdia perante os que os levaram cativos e tornarão a esta terra; porque o SENHOR, vosso Deus, é misericordioso e compassivo e não desviará de vós o rosto, se vos converterdes a ele (2 Crônicas 30.6-9).

Infelizmente a reação Israel ao amor de Ezequias foi de risos e zombarias (v. 10), contudo “alguns de Aser; de Manassés e de Zebulom se humilharam e foram a Jerusalém. Também em Judá se fez sentir a mão de Deus, dando-lhes um só coração, para cumprirem o mandado do rei e dos príncipes, segundo a palavra do SENHOR” (2 Crônicas 30.11).

O ponto que quero enfatizar aqui, hoje, é a atitude de amor do rei Ezequias perante povos que eram seus inimigos, por terem se rebelado contra o SENHOR. Ele esteve disposto a morrer, se preciso fosse, mas não deixou de alertar o povo da rebeldia e incredulidade que estavam manifestando. E nessa reflexão, eu pergunto, você tem amado o seu inimigo, a ponto de avisá-lo do terrível precipício que há, caso ele continue andando em caminhos que dão para a morte?

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