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Archive for janeiro \30\UTC 2010

Tudo bem! Começo admitindo que não sei de forma alguma onde foi que eu li/ouvi esta frase… se num livro, num filme, numa propaganda… se alguém me falou no msn, não sei…

A única coisa que eu realmente sei é que esta frase, em especial, não saiu da minha cabeça desde ontem e é digna de um filosofar aqui no blog.

Em que grau de intensidade temos despertado o melhor nas pessoas? No mundo que vivemos hoje, será que as pessoas têm dado o seu melhor? Será que boa reputação e boa impressão ainda é um valor cotado pela sociedade?

A verdade é que NÃO! Infelizmente as pessoas não mais valorizam o que o outro pensa ou como se sente com sua presença ou ausência. Temos visto como o “cada um por si” tem sido uma opinião cada vez mais difundida e o cooperativismo e coletivismo tem sido uma verdadeira piada.

Despertar o melhor nas pessoas não é nenhuma novidade que eu esteja lançando. A Bíblia diz que “o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus” (Romanos 15.5), isto é, que possamos aumentar cada vez mais o amor uns pelos outros da mesma maneira que Cristo nos amou e a Si mesmo se entregou por nós (ver também I Tessalonicenses 1.3 e Filipenses 2.1-11).

Que possamos despertar o melhor nas pessoas, principalmente usando a arma do amor. Seja nos nossos amigos, parentes ou inimigos. Que o melhor tendo sido despertado possa causar esperanças de um mundo melhor.

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Hoje eu assisti um filme comovente na Hallmark Chanel chamado “Mãe aos dezesseis”. Trata-se de uma adolescente (Jacey) que ao descobrir que está grávida pensa em colocar seu filho para adoção. Quando muda de idéia, sua mãe concorda em criar o neto como se fosse seu filho, desde que a filha não desista de seus estudos e sonhos.

Na escola em que Jacey estuda, muitas regras são violadas, das mais simples (uso de fardamento) às mais complexas (uso de drogas). Num momento emocionante do filme, Jacey se propõe, junto à sua professora, trazer à tona sua história e como os jovens são enganados pelos ideais do mundo. Surge a frase desse post…

O mundo mente para nós! O mundo se conforma com o erro e critica aqueles que se posicionam contra tais modo de viver. Paulo disse em Romanos 12.2 que não devemos nos conformar com este mundo.

O filme foi interessante e surpreendeu…é raro ver o próprio mundo dizendo que ele é mentiroso e, portanto, não devemos viver de acordo com o que ele prega. É bom refletir como Deus quer que vivamos, afinal, fomos criados com o propósito de glorificar a Deus e desfrutá-lo para sempre. Vivendo uma vida de obediência, é certo que seremos imensamente felizes e estaremos transformando dia-a-dia o nosso ser, como Deus requer de nós.

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Ontem estava assistindo seriados na Warner Chanel, quando apareceu a propaganda da série The Vampire Diaries, uma saga no estilo dos famosos filmes Crepúsculo e Lua Nova (e posteriormente a continuação dos demais livros). A série tem tido excelente aceitação até mesmo pelos críticos de grandes revistas e jornais de todo mundo.

Na propaganda, a frase desse post é destaque, já que a série se propõe a narrar um romance juvenil entre vampiros e humanos. Uma história de amor de vampiros que têm prazer em beber sangue humano.

Parei para pensar e não pude deixar de concordar com a afirmativa proposta. Amor realmente se escreve com sangue, mas não é qualquer sangue e nem qualquer amor.

Todo cristão sabe que só há um amor verdadeiramente sacrificial e capaz de ser escrito com sangue e este, é o amor do Senhor Jesus Cristo na cruz por miseráveis pecadores, dos quais eu sou a principal.

O Deus Eterno, criador dos céus e da terra, enviou o Senhor Jesus, seu único Filho para que pudesse redimir o seu povo do aguilhão da morte. Esse sacrifício foi total, Cristo morreu de uma vez por todas pelo pecado do seu povo, por esta razão “…agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo” (Efésios 2.13).

Proclamemos o Senhor Jesus, proclamemos os seus gloriosos feitos, proclamemos as suas maravilhas e quanto fez e tem feito pelo seu povo, pela raça eleita, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus.

Proclamemos o seu maravilhoso amor, que fez o nosso Senhor sofrer em tanta dor, íamos perecer, mas Ele nos comprou com seu sangue. Não há amor maior que este. Sim, o amor de Cristo por nós foi escrito com Seu sangue.

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Jó 36.5-12


Eis que Deus é mui grande;
Contudo a ninguém despreza;
É grande na força da sua compreensão.
Não poupa a vida aos perversos,
Mas faz justiça aos aflitos.
Dos justos não tira os olhos;
Antes, com os reis, no trono
Os assenta para sempre, e são exaltados.
Se estão presos em grilhões
E amarrados com cordas de aflição,
Ele lhes faz ver as suas obras, as suas transgressões,
E que se houveram com soberba
Abre-lhes também os ouvidos para a instrução
E manda-lhes que se convertam da iniqüidade.
Se o ouvirem e o servirem,
Acabarão seus dias em felicidade
E os seus anos em delícias.
Porém, se não o ouvirem
Serão transpassados pela lança
E morrerão na sua cegueira.

No mês de agosto/2009, estive lendo o livro de Jó e muitos são os ensinamentos contidos ali. Um dos que gostaria de destacar é justamente a questão da grandiosidade de Deus e da pequenez humana. Jó, mesmo em seu estado de provações, destila inúmeras palavras que pudessem descrever o seu Criador, embora não consiga exaurir essa tarefa.

Certa vez, numa das minhas leituras do livro “Humildade”, de Andrew Murray, anotei quando ele disse que: “é fácil pensar em nos humilharmos diante de Deus, mas a humildade diante dos homens será a única prova suficiente de que nossa humildade diante de Deus é real, de que a humildade tem feito sua morada em nós e torna-se por natureza, prova de que nós, na verdade, como Cristo, fizemos de nós mesmos, pessoas sem reputação”.

Jó foi humilhado até o mais profundo abismo. Os seus amigos e esposa viram isto. Eles foram testemunhas de que a humildade de Jó diante de Deus era real e que habitava no coração de Jó, pois ele não se esqueceu de exaltar a Deus no mais alto lugar. Ele não deu ênfase à sua obra, ou à sua vida, mas a de Cristo.

Por fim, apesar de toda adoração e reconhecimento da majestade do Senhor, Jó ainda nos deixa cientes de que “…isto são apenas as orlas dos seus caminhos! Que leve sussurro temos ouvido dele! Mas o trovão do seu poder, quem o entenderá?” (Jó 26.14) Que maravilha saber que a majestade de Deus não se limita às simples palavras de reles mortais como Jó e como nós somos. Saber que por mais que falemos, isto são apenas as orlas dos seus caminhos, ainda temos muitas águas para expandir… Convém que Ele cresça e que eu diminua (João 3.30).

Então, que possamos obedecer às suas instruções para que tenhamos anos de felicidades e delícias, no Senhor.

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Hoje comecei a ler alguns bons livros e artigos que recebi por e-mail de um amigo e irmão em Cristo. O primeiro que li foi o artigo “A Falsa ‘unidade’ e o dever de separação”, do grande C. H. Spurgeon.

Chamou-me atenção a frase do início desse post. Ela é uma verdade muito compatível com os nossos dias. Tenho visto como somos mal recebidos pelas pessoas por falarmos a Verdade do Senhor Jesus Cristo simplesmente porque isso é contrário às suas vidas e desejos.

Ontem eu estava lembrando muitos debates que já participei em torno da fé reformada e, em um deles, encerrei a minha participação com uma frase que gosto muito de Philippe Henry, que diz: “Nas coisas em que todo povo de Deus concorda, gastarei meu zelo. Nas outras, acerca das quais muitos divergem, andarei de acordo com a luz que Deus me tem dado e, creio com todo amor, que meus irmãos na fé farão o mesmo”.

Sempre soube que por amor a Cristo somos entregues à morte o dia todo, somos odiados por entes queridos, somos tachados de loucos pela maioria esmagadora da sociedade, mas isso nos conforta, uma vez que está escrito que a Palavra de Deus é loucura para os que se perdem, mas para nós que cremos, poder de Deus.

Bem aceita ou não, tenho a certeza de que sou cristã, não só pelo fato de saber que o Senhor Jesus morreu por mim (e isso por si só é mais do que suficiente), mas também porque um bom cristão é reconhecido por sua marca controversa com os parâmetros deste mundo. Ele segue a máxima de não se conformar com este século mas transformar-se pela renovação da mente.

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Certa vez numa das aulas da UFPE, a professora de Estágio pediu que lêssemos a música “O que é, o que é?” de Gonzaguinha e respondêssemos algumas questões pertinentes à disciplina.

Lembro que eu fiquei pensando se há mesmo pureza na resposta das crianças e tals… mas hoje, ao reler a letra dessa música, me chamou atenção em ver que a vida é realmente um sopro do Criador.

Muitos são os versículos que nos mostram que Deus nos dá e nos tira a vida no momento propício a Ele e isso é algo que devemos nos lembrar sempre.

Lembrei dessa questão que estamos vendo no Haiti. É um momento sofrido para aquela nação e o mundo, num ato de muita solidariedade tem se empenhado na ajuda àquele país. Mas algo que não podemos nos esquecer é que tudo está no controle soberano de Deus e, certamente, é para o bem daqueles que O amam, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito.

Soli Deo Gloria.

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Sê forte, corajoso; não temas nem desanimes
Pois Jesus irá na frente e Sua luz te iluminará
Sê forte, corajoso; não temas nem desanimes
Pois Aquele q entre nós está a coragem te dará

Todo o teu medo leva a Jesus
E deixa o pranto Ele enxugar
Pois Ele conhece tua dor
E Ele sabe o que vai no coração

Oh! sê forte, corajoso; não temas nem desanimes
Pois Jesus irá na frente e Sua luz te iluminará
Sê forte, corajoso; não temas nem desanimes
Pois Aquele q entre nós está a coragem te dará

Nas mãos de Cristo sempre estarás
E certamente vitória terás
Eu sei que Ele te dará
Seu poder, Seu amor e livre serás [ livre serás]

Oh! sê forte, corajoso; não temas nem desanimes
Pois Jesus irá na frente e Sua luz te iluminará
Sê forte, corajoso; não temas nem desanimes
Pois Aquele q entre nós está a coragem te dará

Sê forte, corajoso; pois Aquele q entre nós está
A coragem te dará

Sê forte, sê forte, [sê forte], sê forte, [sê forte]
Sê forte, sê forte, sê forte, forte, sê forte [sê forte]

(Coral Prisma Brasil)

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