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Archive for agosto \29\UTC 2014

EDUARDO_FAMILIAEm meados de Agosto, Eduardo se foi. Dizem que com ele se foi o sonho de muitos brasileiros. Embora fosse uma eleitora que admirava o trabalho do ex-governador de meu estado, confesso que não dependia/dependo dele para sonhar com algumas coisas boas para minha nação. Mas não quero entrar no mérito da discussão política. Meu foco aqui é outro: família.

Não foram poucos que expressaram nas redes sociais, nas conversas informais e até nos discursos bem elaborados o quanto Eduardo era um homem ‘de família’. Sua atenção especial aos filhos e a forma como sempre expressava seu amor por D. Renata foi notório e aplaudido em todo país… Aplaudido? Mas como algo que deveria ser ‘normal’ foi aplaudido como sendo uma atitude rara?

Fiquei triste com a morte de Eduardo (e dos seis outros tripulantes); senti profundo pesar pelos seus familiares; mas fiquei muito mais entristecida em constatar como a família se tornou rara em nossos dias. É verdade… hoje é raro encontrar homens que amem as suas esposas e delas cuidem; pais que zelem pela admoestação e disciplina dos filhos; maridos que prezem pela condução da família de modo especial (e antes de trabalho ou qualquer outra atividade que seja); mulheres que sejam zelosas pelo seu esposo e filhos…

E são homens como esses que precisamos para governar bem o país. Mas, se isso é raro e se o Brasil só valoriza quando perde, num estado de torpor e apenas admirando a raridade, que se pode esperar, senão vergonha?

Talvez alguns despertem e entendam… Não era o sonho de Eduardo que era maior. Não era a necessidade de perseverar pelo Brasil. Era a base sólida, era o modelo de família que transparecia o líder nato que poderia ter governado o Brasil dignamente. É uma excelente estratégia, se quisessem mudar o Brasil.

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E a petição desta semana foi:

Amiga, recebi uma proposta de trabalho de 40h semanais, mas tenho bebê de 04 meses e meu marido recebeu proposta para ir pra Bahia. [Pausa para elencar prós e contras pessoais] Como proceder?

Querida, você sabe que em tudo que eu penso procuro ter uma fundamentação na Palavra de Deus. Creio que o nosso fim principal é glorificar a Deus e desfrutá-lO para sempre. A única forma de agradar a Deus é fazendo a Sua vontade, que está expressamente clara na Bíblia. Não tem como ser feliz fazendo contrário ao que Deus determinou. E tem… mas é uma felicidade passageira, por um momento só, até que o nosso coração peça satisfação em outra coisa, e mais outra… ele nunca se satisfaz, porque busca satisfação em coisas, e não em Deus.

Posto isso, eu lembrei um versículo que poderia te responder logo de cara a minha perspectiva do assunto: “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.” (1 Timóteo 2.15). Sua primeira função é ser mãe. O seu bebê só deve ir para escola aos 04 (quatro) anos de idade. Você pode se assustar com esta perspectiva, mas é nessa idade que ele estará realmente preparado para enfrentar novos horizontes, longe da mamãe. Até lá você estará bastante ocupada com cuidar do marido, cuidar da casa, cuidar do filhote em todos os aspectos (alimentando, higienizando, ensinando noções básicas – cores, pesos, medidas… -, instruindo no temor do Senhor…). Pelo lado da satisfação e do uso do tempo, garanto que não se sentirá entediada em momento algum.

Quero ressaltar que isso não significa que você não possa trabalhar em algum momento. A mulher de provérbios 31 trabalhava e isso é maravilhoso também, mas não é a prioridade. Ainda é importante lembrar que todo salário que a mulher obter deve ser anotado na coluna de ‘renda extra para o lar’, nunca como ‘base’. Pois o suprimento da base deve vir do marido.

Seria muito bom se você pudesse expor isso para a empresa que você recebeu a proposta de trabalho de jornada 40h, e quem sabe trabalhar pelo menos 20h. Sei que não é o ideal colocar o bebê em hotelzinho/escola/babá ou o que for, mas se você realmente precisa e se eles aceitassem, esta seria uma saída. Mas se a condição só for essa de 40h, minha posição é contudente: não vá.

Quanto ao seu esposo, a ideia da Bahia ou qualquer outro emprego é muito boa. Mas vocês precisam considerar algumas coisas importantes: (1) Ele agora tem uma família para sustentar, então não pode pisar no escuro, ele precisa ter uma proposta bem concreta para deixar o emprego atual; (2) O marido é o provedor do lar e seu dever de esposa é acompanhá-lo aonde ele for. Se ele precisar mudar de estado, nada de ficar indo e vindo. Você tem que ir junto. Você não deve criar seu filho sozinha, até porque ele também não pode estar sem a presença do pai constantemente na vida dele.

Acho que tudo que eu falei te deu uma noção de como agir. Eu queria apenas reforçar um item que me sinto na obrigação de falar por formação pessoal minha. Uma criança para estar bem capacitada para o mundo precisa de três pilares firmes: (1) família; (2) igreja; (3) escola. Necessariamente nessa ordem. Então eu faço um pequeno ‘apelo’ para que você em momento algum se esqueça da Igreja. Procure uma igreja para congregar (em família) aí em sua cidade e esteja lá todos os domingos, para instruir seu filho no temor do Senhor, para não ter de amargar a ausência disso lá na frente.

Por fim, estes são os conselhos que eu poderia dar pra você. Fiz de coração pelo grande amor que tenho por você. Mas reforço que, qualquer que seja a decisão de vocês, eu estarei sempre aqui para acudi-los, pelo mesmo amor.

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