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Archive for agosto \28\UTC 2011

Não sumi… Apenas estava esperando aquele famoso estalo que não me deixa descansar até que eu levante, sente em frente ao notebook e então escreva todos os meus pensamentos filosóficos para então a mente poder descansar tranquila.

Ontem à noite, por volta de 22h ou 23h, meu facebook começou a ‘bombar’ de avisos quanto a um tal UFC que estaria passando na RedeTV. Viajei na hellman’s. Que era UFC e porque tanta gente estava dando valor a isso? Perguntei a minha informante de atualidades e ela disse que era luta livre e estaria passando na TV. Guardei a informação pra mim e lembrei-me que alguém postou em um blog (bastante amplo) sobre o assunto. Li agora a pouco.

Ocorre que os argumentos do pastor que escreveu a respeito foram argumentos ‘culturais’. Isto é: UFC é esporte, é arte, é cultura. Um dos comentadores citou que os argumentos não o convenciam porque não tinham respaldo bíblico.

Pensei com meus botões: há respaldo bíblico contra ou a favor da UFC? Na hora me veio à mente Eclesiastes 7.29: “Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias”.

A medicina é boa, a escola é boa, as leis são boas, os esportes são bons também. Acontece que toda e qualquer área da humanidade pode ser facilmente deturpada, visto que são praticadas pelo homem, e este é pecaminoso.

Deus nos deu, por exemplo, a inteligência. Mas ao mesmo tempo que a usamos para fazer o bem, podemos usar, também, para fazer o mal. A lógica é claríssima. Há esportes que fazem bem à saúde, ao bem-estar. Mas há esportes que ferem os princípios cristãos dados por Deus de cuidar do corpo (nosso e do outro).

Quer respaldo bíblico? O Catecismo Maior de Westminster dá, quando fala dos deveres e proibições do sexto mandamento. Observem a partes em negrito, principalmente. Os textos bíblicos falam por si só, também:

Pergunta 135. Quais são os deveres exigidos no sexto mandamento?

R: Os deveres exigidos no sexto mandamento são todo empenho cuidadoso e todos os esforços legítimos para a preservação de nossa vida e a de outros, resistindo a todos os pensamentos e propósitos, subjugando todas as paixões e evitando todas as ocasiões, tentações e práticas que tendem a tirar injustamente a vida de alguém por meio de justa defesa dela contra a violência; por paciência em suportar a mão de Deus; sossego mental, alegria de espírito e uso sóbrio da comida, bebida, remédios, sono, trabalho e recreios; por pensamentos caridosos, amor, compaixão, mansidão, benignidade, bondade, comportamento e palavras pacíficos, brandos e corteses, a longanimidade e prontidão para se reconciliar, suportando pacientemente e perdoando as injúrias, dando bem por mal, confortando e socorrendo os aflitos, e protegendo e defendendo o inocente.

Ref.: Ef 5.29; Sl 82.4; Mt 5.22; Jr 26.15,16; Ef 4.26; Pv 22.24,25; I Sm 25.32,33, Pv 1.10,11,15; I Rs 21.9,10,19; Gn 37.21,22; I Sm 24.12; I Sm26.9‐11; Pv 24.11,12; I Sm 14.45; Lc 21.19; Hb 12.5; Sl 37.8,11; Pv 17.22; Pv 23.20; Pv 23.29,30; Mt 9.12; Sl 127.2; II Ts 3.10,12; Mc 6.31; I Tm 4.8; I Co 13.4,5, I Sm 19.4,5; Rm 13.10; Zc 7.9; Cl 3.12; Rm 12.18; I Pe 2.20; Rm 12.20,21; Mt 5.24; I Ts 5.14; Mt 25.35,36; Pv 31.8,9; Is 58.7.

Pergunta 136. Quais são os pecados proibidos no sexto mandamento?

R: Os pecados proibidos no sexto mandamento são: o tirar a nossa vida ou a de outrem, exceto no caso de justiça pública, guerra legítima, ou defesa necessária; a negligência ou retirada dos meios lícitos ou necessários para a preservação da vida; a ira pecaminosa, o ódio, a inveja, o desejo de vingança; todas as paixões excessivas e cuidados demasiados; o uso imoderado de comida, bebida, trabalho e recreios; as palavras provocadoras, a opressão, a contenda, os espancamentos, os ferimentos e tudo o que tende à destruição da vida de alguém.

Ref.: At 16.28; Gn 9.6; Nm 35.31,33; Hb 11.32‐34; Ex 22.2; Mt 25.42,43; Mt 5.22; I Jo 3.15; Pv 14.30; Rm 12.19; Tg 4.1; Mt 6.31,34; Lc 21.34; Ex 20.9.10; I Pe 4.3,4; pv 15.1; Pv 12.18; Is 3.15; Nm 35.16; Pv 28.17

Não sou contra esportes, mas sou contra tudo aquilo que induz à violência, que incita a maldade em nosso coração. E se alguém me diz que só assiste por lazer, e que isso não afete suas atitudes, eu duvido muito. A pedagogia e outras ciências mostram o contrário a partir do comportamento humano.

Por que não assistir? Não só porque promove a violência, mas principalmente porque Isaías 33.15 nos adverte que os retos escondem os olhos de ver o mal. E Provérbios 23.33 também nos diz que, se insistimos em olhar coisas ‘esquisitas’, o nosso coração responderá falando perversidades.

Reflita. Use o tempo gasto na frente da TV assistindo ao UFC para coisas que edifiquem e promovam a paz. Como bem disse um dos comentadores do texto que li, pergunte-se antes: Jesus assistiria UFC? Em seus passos, que faria Jesus?

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Tornando-se águias

“Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águia, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” (Isaías 40.30,31)

Da sessão ‘anotações antigas’. Essa é de meados de 2005.

A águia possui seis peculiaridades que devemos imitá-las:

1 – A águia é título de nobreza, de raça, de força, de coragem, de determinação

Uma vez sido chamados pelo Senhor para vivermos em novidade de vida, tais atributos devem ser constantes em nossa vida, não por merecermos isso ou por sermos capazes, por nós mesmos, de produzirmos tais qualidades, mas porque, tendo sido eleitos, temos agora a obrigação de mirar as nossas atitudes em Cristo e demonstrá-lO ao mundo com nossas obras. Cristo deve ser refletido em nossas vidas, para que o mundo O conheça.

2 – A águia tem a capacidade de voar alto

A cada dia que passa, a águia toma como desafio voar sempre mais alto. Isso remete-nos à nossa vida de santificação diante de Deus. Toda nossa vida hoje deve ser mais santa que ontem e menos santa que amanhã. A santidade é um processo que nos leva à glorificação e a Bíblia diz claramente que, sem ela, é impossível ver a Deus.

3 – A águia tem a capacidade incrível de voar em linha reta

Ninguém pode ser um crente genuíno se não vive em retidão, se não tem justo proceder. A retidão nos torna crentes sinceros em todas as áreas da vida. E na caminhada cristã, a retidão nos impede que andemos por caminhos tortuosos, com pedregulhos que impedem uma vida de santidade.

4 – A águia tem asas imensas, enormes, parecendo até que são desproporcionais para o tamanho do seu corpo

Nada podemos fazer na nossa caminhada cristã sem o auxílio do Espírito Santo. Ele é as nossas asas. Pela Sua Palavra somos conduzidos aos caminhos que conduzem à vida e as pessoas enxergam que, em nós, reside o Senhor, o Soberano Deus.

5 – A águia também tem a capacidade de mirar até o sol e não se ofuscar

A qualidade ocular da águia permite-a focar 3 pontos ao mesmo tempo. Isso significa que devemos olhar para três focos ao nosso redor, quais sejam: o Senhor, nós mesmos e o nosso próximo. Olhar significa amar a justiça, fazer o bem e andar humildemente com nosso Deus.

6 – Quando a águia percebe que está ‘desatualizada’, então ela toma algumas providências

Ela cancela todas as suas práticas errôneas, voa solitariamente para um lugar onde possa estar só, inicia um processo em que tira todas as suas penas uma a uma, lixa o seu bico na rocha até que saia totalmente, bate as garras para que caiam as unhas e espera que tudo se refaça. Assim Deus quer que renovemos as nossas esperanças, que tenhamos vida abundante, que confiemos nEle, mesmo em meio às mais difíceis tribulações.

Não desanimemos, que procuremos imitar a águia e nos renovemos a cada manhã, correndo com perseverança ao trono da graça. Prosseguindo para o Alvo, que é Cristo, o Senhor.


 

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