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Archive for outubro \30\UTC 2010

Ainda há pouco estava jantando e pensando em algumas coisas que me entristecem nesse mundo. Automaticamente veio o som de Logos na minha cabeça com a seguinte frase: “Nada vou levar daqui, aliás, que será depois?”.

Na reflexão de hoje eu gostaria de comentar duas coisas importantes que, certamente, me fazem dizer: não gosto do mundo! Na primeira teremos como sujeito os ímpios ‘declarados’, digamos assim. São aqueles que não seguem de jeito nenhum os ensinamentos de Jesus e não fazem nenhuma questão de segui-Lo.

E o segundo grupo terá como protagonistas aquelas pessoas que se dizem cristãs, mas… convenhamos, de cristãos eles não tem nada, só se ocupam de envergonhar o nome de Cristo no mundo ao qual pertencem.

Vale salientar que embora sejam protagonistas diferentes, os temas se relacionam entre si, já que aqueles que amam a inversão de valores fogem da autoridade bíblica, enquanto que aqueles que não dão valor ao mandamento do Senhor são facilmente tentados a inverter seus valores, tornando-se iguais ao restante do mundo.

1 – O mundo que ama a inversão de valores

Há um texto bíblico muito interessante em Romanos (12.2), onde Paulo diz: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Nesse texto, o apóstolo exorta para que o verdadeiro cristão seja transformado em sua mente, passando a enxergar oposto das filosofias do mundo.

Não me espanta o que temos visto por aí: uma total inversão de valores em que as feministas odeiam a submissão; o capitalismo odeia a mão de obra masculina; os abortistas odeiam a vida; os homossexuais odeiam a obediência à Lei de Deus; os ditadores odeiam a liberdade de expressão; algumas seitas chegam até a odiar a cor negra (como os mórmons que declaram ser a cor negra manifestação do castigo de Deus sobre a desobediência dos homens)…

Quisera eu poder listar todas as inversões de valores existentes, seria sinal de que, talvez, ainda restasse alguma esperança no mundo! Mas, infelizmente, a verdade é que esta lista parece interminável e com ela a certeza cada vez maior de que este mundo corre desesperadamente em busca da morte, da escuridão… em busca de tudo aquilo que não conduz à Cristo.

A recompensa dos que assim procedem já está decretada pelo Senhor: “Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo, nem os pecadores, na congregação dos justos” (Salmo 1.5).

2 – O mundo que foge à autoridade das Escrituras

A Palavra de Deus é simples! Nela temos tudo aquilo que é necessário para nossa salvação e vida de obediência na Terra.

O Salmo 19.7 diz: “…o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos simples” e ainda no Salmo 119.130 lemos que “a revelação das tuas palavras esclarece e dá entendimento aos simples”.

Algo que muito me entristece é quando pessoas ditas ‘cristãs’ abandonam a Palavra de Deus, julgando que o que está escrito ali na verdade está sendo mal explicado ou mal interpretado por quem explica. Muitas vezes nem é preciso explicações, as citações falam por si sós, e mesmo assim os ‘cristãos’ entendem como preceitos ultrapassados, retrógados, criados e ordenados para uma geração totalmente diferente da nossa. Dizem que não servem mais para os nossos dias!

A verdade é que Deus é o mesmo ontem, hoje e o será para todo sempre, isto é, a obediência que Ele exigiu de Adão e Eva, continua exigindo de Seu povo, nos dias da atualidade. Mesmo que você queira fugir da autoridade bíblica, ela continua aí, apontando seus pecados em sua mente (Romanos 2.15).

É evidente que há daqueles que distorcem os textos bíblicos, claro! Neste sentido, Jesus deixou exemplo dos bereanos para que os seguíssemos, isto é, anotando tudo para verificar depois nas Escrituras se é, de fato, assim (ver contexto, a quem era dirigido, porque, quem falou…). A crítica que fiz acima se refere a pessoas ditas cristãs que tapam os ouvidos diante da verdade escancarada na Palavra de Deus em detrimento de sua comodidade.

É certo que duro castigo sofrerão aqueles que envergonham o nome do Senhor Deus, pois, “horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hebreus 10.31).

——–

Como disse na introdução, de certa forma os textos se relacionam, afinal, aquele que não se curva à autoridade da Escritura, certamente comunga das filosofias do mundo. E, sejamos sinceros, foi o que eu mais vi nas eleições 2010, o que muito me entristeceu.

Aqui eu faço coro com Davi: “…aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará. Longe de mim o coração perverso; não quero conhecer o mal. Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá” (Salmo 101.3,4 e 6).

 

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Mudança de Hábitos

Andei um pouco sumida do blog, hein?! Estive atarefada com a inscrição do Mestrado que quero fazer. Aliás, ponham essa questão em oração pra que, se for da vontade de Deus, eu possa alcançar essa vitória.

O post de hoje foi encomendado. Hahaha, estava tão sem criatividade que um amigo meu pediu que eu escrevesse sobre a dualidade entre pecado e santidade. Cá estou eu pra falar um pouco desse tema não muito bem aceito pelos que preferem viver a vida ao seu próprio gosto.

Por que quando um filho de Deus é chamado das trevas para a luz, sua vida precisa ser diferente da que era antes? A explicação é um tanto simples, para quem gosta de seguir os ensinamentos de Jesus, rsrsrs: quando a gente é chamado para Cristo, a Bíblia ensina que deixamos de ser escravos das trevas (do pecado) e passamos a viver uma vida de justiça, de retidão. Vivíamos sob o jugo do pecado e agora vivemos sob o jugo de Cristo. Não cabe mais uma vida de pecado, por isso que Paulo diz que “…se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5.17).

Um servo precisa fazer a vontade de seu Senhor e a vontade de Deus é que vivamos de modo digno, zeloso na prática do bem, amante da Lei de Deus. Sim, há uma Lei que precisa ser perseguida. Olhe bem que você agora busca cumprir a Lei de Deus porque foi resgatado. Não é o seu buscar de Lei que te resgata, se fosse assim, não daria certo, afinal, qual é o escravo do pecado que busca cumprir as leis de um escravo de Cristo?! Seria, no mínimo, paradoxal.

Agora que há um novo coração, numa nova vontade de fazer a vontade de Deus, como o autor aos Hebreus buscamos uma vida coerente com aquilo para que fomos chamados,“…preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir os prazeres transitórios do pecado” (Hebreus 11.25).

Ser cristão pode parecer loucura, perda de tempo e infelicidade, mas a verdade verdadeira (como dizíamos quando crianças) é que “agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6.22,23).

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Olá… cá estou eu com meus botões, rsrsrsrs! Hoje eu vou falar em um post mais metafórico, digamos assim.

Sábado eu estava lavando frutas e verduras da feira semanal que meu pai faz lá pra casa (sim, na minha família há tradição em que o homem faz a feira do mercado e feira livre. O objetivo? Economizar! Algumas mulheres costumam gastar mais com supérfluo) e, quando estava lavando os abacaxis, lembrei-me de algumas coisas da infância.

Quando eu tinha uns 8 ou 9 anos que ia lavar as frutas, eu sempre deixava os abacaxis pra mamãe. Aqueles espinhos espetavam e doíam nos meus dedos, que na época eram delicados (diferente da mão de hoje, envelhecida com a idade, rsrsrs).

Eu achava minha mãe uma heroína! Como ela conseguia pegar nos abacaxis pra lavar sem se machucar? Até que um dia recebi a tão sonhada explicação dela: se você pegar de leve, os espinhos vão te ferir, se de forma grosseira, não te machuca. Aí eu descobri que era fácil virar heroína de abacaxis, hahahaha!

Imagino que você esteja pensando: “Anninha ta louca! Que há de metafórico nisso?!”. Simples assim (parece q eu sou viciada nessa expressão ‘simples assim’): comparemos os espinhos às dificuldades da nossa vida. Se elas forem analisadas apenas em sua superfície, de leve, pouco proveito podemos obter ao final de cada situação que vivenciamos.

Porém, se enfrentamos os obstáculos (espinhos e casca), colheremos grandes lições, além de plena satisfação (uma saborosa fruta, dulcíssima), pois teremos visto claramente o que Jesus afirmou em João 16.33: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

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