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Archive for maio \31\UTC 2011

Tanta coisa pra compartilhar com vocês e o tempo é curto para sentar e escrever com calma. Este post, por exemplo, escrevi antes da aula, no mestrado, pq não encontrei tempo pra fazer direto no PC.

Este final de semana que passou, estive no Rio de Janeiro visitando minha prima Agnes e seu esposo Fábio. Foi ótimo, pois aproveitei a oportunidade para rever meu irmão (que passava por lá a trabalho) e alguns amigos especiais da Conferência Fiel Jovens, além dos irmãos da Igreja Batista Bíblica da Tijuca. Foi um momento agradabilíssimo, sem dúvidas. Sou grata pelo carinho de todos que me receberam e pela hospitalidade vinda de corações sinceros.

Num dos dias, enquanto me arrumava para passear, peguei-me pensando sobre um dos meus temas teológicos prediletos: humildade. Destaco que o fato de amar o tema, não significa que eu seja um poço de humildade. Aliás, esse é um dos itens que eu mais luto para praticar em meu dia-a-dia. É o paradoxo da santidade: a gente ama aquilo que a nossa natureza pecaminosa mais odeia.

Na sociedade antropocêntrica em que vivemos, ser humilde é ser besta, é perder a oportunidade de levar vantagem. Por isso, muitos cristãos franzem a testa e entortam os narizes quando ouvem a advertência para que sejam humildes. Considerando que a vida cristã não procede como o mundo, é certo que quanto mais humildes somos, mais próximos de Deus nos tornamos, porque estamos vivendo em obediência, como Ele requer de nós.

Vocês já pararam pra pensar neste fato de que devemos imitar Jesus na humildade? Agora pense: Deus, o Soberano Criador, Senhor em glória, majestade, único em sabedoria, ou como descreveu o apóstolo João em Apocalipse 7.12: “…O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!”… Ele possui uma humildade que deve ser exaltada e imitada por todos nós.

Entenda, de uma vez por todas, que Jesus “não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Filipenses 2.6-8). Ora, se Ele, sendo Deus, se portou assim, que diremos a respeito de nós mesmo, reles mortais, criaturas, obras das mãos desse Deus?

Portanto, “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte…” (1 Pedro 5.6). Sim, quando somos humildes é que somos exaltados pelo próprio Deus, mas se formos orgulhosos, é certo que os resultados deste comportamento serão desastrosos.

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Atentem para a belíssima letra desta música.

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Hoje em dia a profissão professor (não em sua generalidade) tem sofrido pela falta de comprometimento destes profissionais com a ética e responsabilidade pedagógica.

Recentemente escrevi alguma exortação bíblica quanto a isto, gostaria de compartilhar um pedacinho dela com vocês, visto que estes fatores têm me preocupado bastante. Não só por questões profissionais, mas primeiramente por questões cristãs, vejam por que:

1 – Trabalhar em uma instituição confessional implica carregar o nome de Cristo em todas as nossas ações. Devemos ser imitadores de Cristo (“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados.” – Efésios 5.1). Tenho plena convicção de que Jesus Cristo não realizou nenhuma obra aqui na terra de forma relaxada, até porque ele sabia que “maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente” (Jeremias 48.10).

2 – No mundo distorcido que vivemos, está cada vez mais comum que as pessoas só trabalhem bem à vista das suas autoridades (chefe de setor, administradores, donos de empresas…), com isto, julgam que a vida só se rege a partir das relações humanas. Agem como se Deus não existisse e, pior, como se não fosse Onipotente (pode todas as coisas), Onisciente (sabe todas as coisas) e Onipresente (está presente em todos os lugares). Não procede assim entre os filhos de Deus, e Ele deixou mandamento explícito para que não procedamos como o mundo: “Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão somente agradar a homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estás servindo; pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas” (Colossenses 3.22-25).

3 – O ofício de mestre não é simples e nem deve ser feito de qualquer forma, como vocês já viram no versículo de Jeremias, Deus amaldiçoa o que faz a obra do Senhor relaxadamente (caso não saibam: “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” – 1 Coríntios 10.31), portanto, segue a ordem, não minha, mas de Cristo Jesus: “o que ensina, esmere-se no fazê-lo” (Romanos 12.7).

Seja você um professor de EBD, instrutor de jovens, educador ou pedagogo, pense sua prática constantemente e avalie qual tem sido o seu proceder e comprometimento com este dom que Deus lhe deu.

Hasta la vista.

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