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Archive for março \28\UTC 2013

Estamos na semana em que o mundo comemora a Páscoa. Você sabe o que significa a Páscoa? Quando o povo de Deus no antigo testamento – Israel – estava na iminência de sair da escravatura a que estava submetido no Egito, e estando Deus punindo severamente o Faraó e o seu povo com duras pragas, Deus, então, ordenou que os israelitas comemorassem essa saída – tida como certa – com uma refeição comunitária onde o cardápio seria cordeiro assado, pães sem fermento e ervas amargas; quando o cordeiro fosse abatido, cada dono de casa deveria tomar o sangue e fazer uma marca do lado de fora da sua casa, pois nessa mesma noite o anjo do Senhor passaria por toda a terra e mataria o primogênito de cada casa onde o sangue não estivesse; assim os egípcios foram punidos e, no dia seguinte, em cada casa havia um defunto sendo velado, inclusive na casa do Faraó. Nessa mesma noite, o povo de Israel saiu do cativeiro do Egito e foi para a terra que Deus lhe havia preparado, a terra da Canaã. Aquela Páscoa, portanto, era uma comemoração apenas do povo judeu, que era o povo de Deus no antigo testamento.

Mas essa cena aponta para algo muito mais precioso e significativo: a saída do cativeiro do pecado que Deus proporciona ao pecador através de Cristo. Todo pecador que se arrepende dos seus pecados, deixando-os, e passando a viver uma vida semelhante a de Jesus, esse pecador pode comemorar a mais significativa das Páscoas. E não precisa de chocolate, nem de coelhinhos, nem de peixes, nem de vinhos ou outra comida qualquer. A verdadeira Páscoa é a gratidão manifestada por um coração agradecido a Deus, por ter sido tirado do cativeiro do pecado, do caminho da perdição eterna, tudo isso por causa do sacrifício perfeito do Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo – Jesus Cristo.

Dessa forma, não se deixe enganar pela sanha dos comerciantes, que criam todo tipo de invencionice, em nome de Deus, para ludibriar as pessoas, aproveitando-se da sua boa fé, a fim de enganá-las com propagandas e comerciais envolvendo a fé, exclusivamente com o intuito de lhes subtrair o dinheiro com o qual ele sustenta a si e à sua família. Além, claro, de enganar as crianças, principalmente, conduzindo-as pela ilha da fantasia, tudo em nome de Deus, numa clara transgressão ao terceiro mandamento: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”.

Pr. Edson Azevêdo

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flor…o que deixaremos para os que ficarem?!

Nada no mundo tem vida plena
Só dura uma estação e então se vai
Eu escolhi viver cada momento
Guiado pelas mãos do meu Senhor
E, mesmo sendo fraco, acredito que a fé
Motiva corações levando-os a Deus

Quando eu morrer, o que dirão?
Quando eu morrer?
Deixarei um testemunho que perdurará?
Senhor, que o fogo do Espírito
Sempre esteja a queimar nos corações
Dos que encontraram a salvação

Olho ao redor e vejo as trevas
Num mundo que só há destruição
E então eu penso na esperança
Que tenho dentro do meu coração
Com muito amor eu saio pra falar de meu Jesus
Mostrando a salvação a cada irmão

Quando eu morrer, o que dirão?
Quando eu morrer?
Deixarei um testemunho que perdurará
Senhor, que o fogo do Espírito
Sempre esteja a queimar nos corações
Dos que encontraram a salvação.

 

Em memória de Nádia Frutuoso

14.02.1988 – 27.03.2013

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moedaQuem lida com crianças e tem de resolver rixas que surgem entre eles sabe que, o principal recurso antes de direcionar a solução dos problemas é: ouvir os dois lados da ‘moeda’. O mesmo vale também para juristas que precisam definir a sentenças de réus… enfim…

Não sou adepta do maniqueísmo, lógico. Isso soaria estranho para um cristão, mas eu não posso negar que, para muitas coisas da vida, há dois lados que precisam ser igualmente conhecidos para que haja coerência de vida, digamos assim. O mesmo acontece com a fé e as obras.

Antes de falar o foco principal do post, eu gostaria de mencionar a perfeição de Deus no quebra-cabeça da vida. É incrível como esta semana eu pensei, li e ouvi tantas coisas a respeito, antes que pudesse escrever esse post e, o melhor, tudo isso de forma ‘aleatória’. Eu não precisei ir atrás dum tema para estudar e aprender (como diriam os construtivistas), mas o meu Mestre me deu todas as lições que havia destinado para mim durante esta semana. E ainda me deu a chave de ouro para fechar as minhas ideias, no sermão de hoje pela manhã, na Igreja.

Pois bem… A questão é: como uma pessoa que crer e não vive pode falar de uma pessoa que vive, mas não crer? É possível?

  • A Fé sem obras é morta (ortodoxia sem ortopraxia)

Será que há pessoas que crêem, mas não vivem? E como! O primeiro capítulo de Tiago já começa denunciando isso. Eram os famosos ‘ouvintes profissionais’. A turma sabia tudo da doutrina na ponta da língua, mas na hora do ‘como fazer’, parece que dava um branco.  Estavam ‘adorando’ a Deus no culto só com a carcaça. O coração e a mente não pertenciam à adoração. Saber e não viver é hipocrisia. É uma fé infrutífera. E de árvores infrutíferas, Jesus lança maldição (Marcos 11.12-14).

E aqui eu faço uma pequena, mas significativa, denúncia: muitas igrejas, atualmente, são comprometidas com a pregação da Verdade. Seus pastores esmeram-se na pregação do Evangelho, mas elas apresentam-se infrutíferas, mornas… o povo sabe como deve viver, como deve proceder, mas faz ouvidos de mercadores. Vão à igreja como quem vai ao clube. Apenas duas horas de ‘reunião’, mais uns cumprimentos após o culto e pronto, cumpri minha missão ‘religiosa’ da semana. Agora posso ir ‘viver do meu jeito’.

É de se espantar que muitos fazem isso sem perceber a gravidade da situação. Acham que estão agindo corretamente, afinal, todos o vêem indo à Casa de Oração, sentam confortavelmente e prestam atenção à pregação, dão todos os dízimos…  enfim:

Eles vêm a ti, como o povo costuma vir, e se assentam diante de ti como meu povo, e ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra; pois, com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro. Eis que tu és para eles como quem canta canções de amor, que tem voz suave e tange bem; porque ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra. Mas, quando vier isto e aí vem, então, saberão que houve no meio deles um profeta. (Ezequiel 33.31-33)

  • As obras sem fé são mortas (ortopraxia sem ortodoxia)

Do outro lado da moeda, estão aquelas muitas pessoas que vivem, mas não crêem. Como assim? Isso é possível? Acredite, isto é o que mais podemos ver. Pessoas que se aglomeram nas igrejas que tem pouco ou nenhum compromisso com a pregação genuína, mas acham que o que fizerem de bom os levará a Cristo, como se pudessem participar ativamente na obra da salvação.

Era assim que procedia o jovem rico (Marcos 10.17-22). Cumpria a lei naquilo que convinha e quando foi instruído por Jesus sobre o que poderia fazer para herdar a vida eterna, muito rapidamente disse “ah, isso eu já faço”. Mal sabia ele que essas obras teriam que ser resultado da fé e não meios para alcançar tal fé.

Foi assim também com Moisés. Sim, pasmem! Até Moisés incorreu o mesmo erro (gravíssimo). Quando estava com Israel no Deserto e o povo reclamou que não tinha água, Moisés seguiu as instruções de Deus de extrair água da rocha, porém, fez sem crer e, por causa disso, a ira do Senhor se acendeu contra Moisés e ele foi impedido de entrar em Canaã, podendo contemplá-la de longe, apenas (Números 20.2-13 e Deuteronômio 3.23-29). Obedecer pela metade (sem crer) não funciona.

  • Não se divide uma moeda (ortodoxia com ortopraxia)

Não dá certo saber e não viver. Muito menos viver e não saber. Isso tem a ver com inteireza de coração. Deus requer de nós uma doutrina correta e uma vida correta. Se for pela metade, corremos o risco de acabarmos como Amazias (2 Crônicas 25) que serviu a Deus pela metade, sem inteireza de coração.

É verdade que eu não posso e nem devo sair por aí condenando igrejas e pessoas por pregarem e não viverem e/ou viverem e não pregarem. Mas se elas pregam a Verdade, precisam viver de tal modo que a Verdade seja refletida na vida delas, pelos frutos conheceremos (Mateus 7.20). E se vivem de modo correto, como manda a Palavra (ainda que inconscientemente), é preciso que os méritos sejam postos em Deus, já que Ele não divide sua glória com outros (Isaías 48.11). Se fugir da unidade de ortodoxia e ortopraxia, é fácil diagnosticar o que são: tudo farinha do mesmo saco! rsrs

É bom que sigamos à ordem de Deus:

“Assim, andai no temor do SENHOR, com fidelidade e inteireza de coração.” (2 Crônicas 19.9)

e que nunca ouçamos dEle:

“Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.” (Mateus 15.8)

Falemos menos do que vemos. Vivamos mais de Cristo.

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Dia_Internacional_Da_Mulher_8_De_Março

Existe dias de se comemorar tudo, né? Dia da amizade, dia dos namorados, dia da mulher, dia… ops… a não ser que eu não saiba, mas nunca vi, por exemplo, dia dos solteiros ou dia do homem (exceto o Dia do Homem Batista – e os das outras denominações se zangam com a revelação, hihihi)…

Bom, hoje está sendo comemorado o Dia (Inter)nacional da Mulher. O ‘inter’ foi entre parênteses porque alguns dizem que fora do país sequer se menciona a data, mas até onde eu sei, é internacional e em homenagem a mulheres que morreram queimadas na primeira década do séc. XX por reivindicarem melhores condições de vida e trabalho na Rússia. Eu nunca me esqueço disto e, talvez por isso, não espere muitas comemorações e festejos, mas…

Mas eu não queria focar nisso agora. Na verdade eu queria deixar os meus parabéns a todas as mulheres, mas, principalmente, aos homens que convivem com mulheres maravilhosas em suas vidas, sejam mães, irmãs, tias, primas, esposas, cunhadas… enfim… Lembremos sempre (homens e mulheres) de 1 Coríntios 11.11,12:

No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem, independente da mulher. Porque, como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus.

Parabéns a nós todos, seres humanos. Que possamos buscar o respeito, o cuidado, o amor de uns com os outros, sabendo que somos e fomos criados por Deus, e isto, sinceramente, é motivo de comemoração, todos os dias, e não somente hoje.

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